quinta-feira, 8 de junho de 2017

RECLAMAR NÃO RESOLVE O PROBLEMA!!

É bastante comum as pessoas atribuírem o insucesso a motivos que lhes são externos: famílias, governos, instituições etc. Essa mentalidade retrata uma transferência de responsabilidade que na maioria das vezes serve de justificativa para os nossos fracassos. Culpar alguém é muito melhor que assumir a culpa. Esse pacto de mediocridade interpessoal faz com que muitos se utilizem da cruel vitimização para dar respostas a uma vida sem brilho, sem projetos, sem realização.
Ao culparmos os outros por nossas desventuras, estamos atribuindo a eles a responsabilidade sobre o nosso insucesso. Isso de fato é bastante cômodo porque não exige uma investigação sobre as causas e muito menos uma ação concreta no sentido de superar aquele estado  de inércia. Se fracassamos, a culpa é do professor, do pai, do vizinho, do político,  quem sabe até da cegonha. Nesse contexto nos permitimos enveredar pelo ciclo vicioso  da zona de conforto.
E haja culpados para tanto fracasso. Será  uma existência inteira de lamentações. Pior ainda  para quem vai ter que ouvir e conviver com esse rosário de lamúrias. Com certeza vocês já partilharam do convívio de pessoas que preferem valorizar suas desgraças a  lutar para transformar as realidades que lhe são adversas. Apontam seus culpados, ao contrário de perceberem que são eles próprios, na maioria das vezes, a razão de seus infortúnios. Esquecem-se da lição básica de avaliar os seus erros, de reconhecer suas omissões. Tornam-se algozes de si mesmos, atiram-se no abismo de suas desventuras.
Dessa tragédia do conformismo cego, devemos colher boas lições. Uma delas é percebermos que se fracassamos, parcela ou quase totalidade desse fatídico resultado, advém dos nossos próprios erros. Faltou-nos coragem e audácia. Deixamos de enxergar o mundo pelas possibilidades  e optamos por aceitar os horizontes sombrios de uma existência pífia, morna e amorfa.
Talvez alguns de vocês tenham a vontade de me dizer que o que  ora escrevo não tem sentido, pois desconheço sua história pessoal. Mais ou menos isso: “Se você soubesse  como é a minha vida, com certeza me daria razão....” Lamento desapontá-lo mas mesmo a meio das maiores intempéries e dos invernos existenciais  pelos quais você passa,  nada justifica o fracasso que se ampara no imobilismo, na ausência de ação, na aceitação imotivada.
 Já disse antes e repito: Nascemos para a vitória. Basta que façamos as escolhas certas. Isso, entretanto, impõe trabalho, determinação e foco. Muito mais ainda nos exige amor próprio e vontade de construir uma história diferente, motivada pela singularidade que é peculiar à nossa própria existência; somos únicos e há em cada um de nós uma inarredável vocação para a vida em plenitude. Vida que viceja vida. Vida que se dinamiza, se transforma e se renova.

                              Por isso, antes de atribuir a alguém seus fracassos, olhe para dentro de si mesmo e se redescubra como um ser capaz de superar o comodismo, as limitações. Siga em frente como quem olha o mundo com os olhos de criança. Um olhar de quem sonha e acredita, de quem supera os obstáculos  pela fé e pela certeza de que aqui estamos, fruto de uma vontade sublime e divina, para construir uma grande história. Não deixe, portanto, de ser o ator principal da sua vida

segunda-feira, 29 de maio de 2017

TJCE, Governo e Prefeitura entregam escritura de imóvel para mais de 1.400 famílias de Fortaleza

O Judiciário cearense, o Governo do Estado e a Prefeitura de Fortaleza entregaram a escritura definitiva de imóvel para mais de 1.400 famílias da Capital. Participaram do evento, realizado no Ginásio Poliesportivo da Parangaba, nesse sábado (27/05), o desembargador Paulo Airton Albuquerque Filho, representando o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), o governador Camilo Santana, secretários e parlamentares estaduais e municipais.
De acordo com Paulo Airton Albuquerque, o TJCE fez a análise jurídica do programa, inclusive com aprovação da redução de 70% das taxas cartorárias, por meio de atuação da Corregedoria-Geral. “É um projeto institucional com importância social muito grande. O registro imobiliário é o ato que dá a propriedade, trazendo toda a segurança jurídica ao dono.”
O governador destacou que a ação beneficia pessoas de baixa renda que estão há anos anos esperando e ainda não tinham providenciado o documento por conta do custo. “Essa ação conjunta visa registrar todos os empreendimentos habitacionais de Fortaleza, onde as pessoas, 20 ou até 30 anos depois, não receberam o documento da propriedade, do apartamento ou da casa. Essa entrega dá a segurança de que o imóvel é da família, que pode ser deixado de herança, ser dado em garantia. Além de trazer cidadania, garante o direito legal da propriedade.”
Entre os beneficiados está a aposentada Francisca Lenira Nobre de Macêdo, de 78 anos. Ela comprou o apartamento, localizado no bairro Maraponga, em 1988, e conta que não fez o registro por conta do valor alto. “Recebo apenas um salário mínimo, preciso comprar remédios e ainda tenho dificuldades de locomoção. Meu filho mora em Rondônia. Essa iniciativa veio em boa hora porque conclui o meu sonho da casa própria. Estou muito feliz. Agora eu posso dizer que é meu.”
A iniciativa faz parte do programa “Papel da Casa”, que tem a finalidade de facilitar a legalização da propriedade. A parceria entre as três instituições, que existe desde agosto de 2013, beneficia pessoas que financiaram imóveis construídos pela Companhia de Habitação do Ceará (Cohab).
Com a escritura definitiva, as pessoas podem fazer o registro no cartório. Essa regularização ocorre por meio de isenções e descontos de impostos e taxas cobrados pelas serventias extrajudiciais. Com a medida, o custo passa de R$ 6.500,00 para cerca de R$ 500,00.
A meta é beneficiar 22.877 famílias moradoras de conjuntos habitacionais. Até o momento, foram entregues mais de 4.700 escrituras.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Des. Paulo Albuquerque representa TJCE na entrega da escritura de imóvel para famílias carentes da Capital

O desembargador Paulo Airton Albuquerque Filho, representando o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), participa da entrega da escritura de imóvel para mais de 1.400 famílias de baixa renda de Fortaleza. O evento ocorrerá neste sábado (27/05), a partir das 9h30, no Ginásio Poliesportivo da Parangaba, com a presença do governador Camilo Santana e do prefeito da Capital, Roberto Cláudio.
A iniciativa faz parte da campanha “Papel da Casa”, que tem a finalidade de facilitar a legalização da propriedade dos imóveis, por meio de descontos e isenções de taxas e impostos. É uma parceria entre Governo do Estado, Prefeitura de Fortaleza e TJCE, que existe desde 13 de agosto de 2013.
SERVIÇO
Evento: Entrega da escritura de imóvel para pessoas de baixa renda
Data: 27 de maio de 2017 (sábado)
Horário: 9h30
Local: Ginásio Poliesportivo da Parangaba
Endereço: Av. General Osório de Paiva, 352, bairro Parangaba, Fortaleza

terça-feira, 16 de maio de 2017

Dr. RONALDO DIAS CARNEIRO PRESTARÁ SERVIÇOS MÉDICOS NO HOSPITAL DE MASSAPÊ

Soube agora pela manhã que logo mais às 14 horas, desta terça-feira(18/05), o meu amigo-irmão RONALDO DIAS CARNEIRO, toma posse como médico no Hospital e Maternidade Ana Paulino de Aguiar, no município de Massapê.

A CIDADE SE SINTA FESTIVA PORQUE GANHOU UM DOS MAIORES PROFISSIONAIS DA MEDICINA DO CEARÁ!!!


Conheço o Dr. Ronaldo há mais de 20 anos. Tenho o privilégio de desfrutar da sua amizade. Trata-se de um ser humano extraordinário e um profissional competentíssimo. Tem um espírito bondoso e acolhedor. Sabe tratar as pessoas com o carinho e o respeito necessários. Valoriza os mais simples e tem para eles sempre uma palavra amiga.

Ronaldo trabalhou aqui conosco, no hospital municipal, durante a administração do meu irmão Robério Júnior. Quando saiu deixou uma legião de amigos e admiradores.

Seja bem vindo a nossa terra !!!!! Deus o proteja nesta nova missão. 


quarta-feira, 3 de maio de 2017

TRIBUTO AO DESCONHECIDO


Vi um vencedor cair na estrada...
Montado em seus sonhos...
o Mundo não mais lhe cabia.
Seu doce perfume tornou-se odor desagradável.

A utopia ficou mais distante!!
Somente seus versos teimavam em ruflar os tambores.
Na doce melodia de um recomeço, ele tombou, em um único instante,  distante de tudo e de todos.

E antes que a 
luz do alvorecer lhe fizesse ressurgir para um mundo de feras, a luz divina  lhe arrebatou para o cântico dos anjos.

Ele trazia consigo todas as incompreensões de um mundo selvagem, de rostos que se entrecruzavam mas não se viam, de braços que não mais anunciavam o amor, de gestos fáceis mas carregados de futilidade.

E assim ele viveu, nas contradições, nas dores e no desengano. 
Mas sem nunca perder, a sua maneira, o  jeito próprio de viver... longe das luzes da ribalta, mas com o coração cheio de ternura. E quando a morte lhe pegou de repente, ele que  foi feliz ao seu modo, a recebeu de pronto e lhe disse: Eu sou apenas um rapaz latino-americano...

terça-feira, 25 de abril de 2017

Processo sob a relatoria do Desembargador Paulo Albuquerque condena o Município de Canindé por não repassar à Caixa Econômica dinheiro descontado de servidoras

O município de Canindé foi condenado a pagar R$ 15 mil por reter valores em contracheques de cinco servidoras, e não repassá-los à Caixa Econômica Federal. A decisão, da 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), manteve sentença de 1º Grau e teve a relatoria do desembargador Paulo Airton Albuquerque Filho. “A conduta restou consubstanciada quando o município de Canindé realizou o desconto da parcela no contracheque das servidoras e não o repassou para a instituição financeira credora”, disse.
Constam nos autos que as servidoras públicas firmaram com a Caixa Econômica Federal contrato de crédito consignado, sendo os valores relativos às prestações descontados em seus contracheques pelo ente público, que assumiu a obrigação de repassá-los à instituição financeira. Em certo momento, foram surpreendidas com os nomes nos cadastros de inadimplentes.
Ao buscarem informações sobre o ocorrido, descobriram que a administração efetuava a retenção do dinheiro, mas não repassava ao banco. Por isso, em 2013, ajuizaram ação na Justiça com pedido de indenização por danos morais.
Na contestação, o município alegou culpa do gestor anterior, que não efetuou o repasse dos valores. Disse que a atual gestão buscou negociação junto à Caixa para saldar a dívida e pediu a improcedência da ação.
O Juízo da 1ª Vara da Comarca de Canindé determinou o pagamento de R$ 3 mil em indenização por danos morais para cada servidora. Por isso, o ente público apelou (nº 0012006-75.2013.8.06.0055) ao TJCE requerendo a reforma da sentença, ratificando as explicações da contestação.
Ao julgar o caso, 1ª Câmara de Direito Público negou provimento ao recurso e manteve a decisão de 1º Grau. “O dano ocorreu com a inscrição dos seus nomes nos órgãos de restrição ao crédito e, por fim, o nexo causal, vez que, não obstante a inserção indevida tenha sido realizada pela Caixa Econômica Federal, a negativação em foco teve como origem a circunstância do ente municipal não ter repassado as prestações descontadas à instituição bancária”, explicou o relator no voto.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

O MESTRE DOS MESTRES : No Lava-Pés uma lição de liderança


Uma das coisas que mais nos chama a atenção numa relação de trabalho é o exercício da liderança. Sempre disse que ninguém melhor do que Jesus Cristo soube nos ensinar a essência de ser líder.Uma das lições mais marcantes, os católicos rememorarão na Quinta-Feira Santa, ocasião em que ouviremos o Evangelho de São João que narra a cerimônia do Lava-Pés.Naquela época lavar os pés dos convidados era atribuição dos servos (escravos) das casas. Jesus de forma súbita resolveu lavar os pés dos seus discípulos. Naquele momento todos ficaram estupefatos.

Não entendiam como Aquele a quem eles chamavam de "Mestre" e "Senhor" fosse se rebaixar a tal ponto. Pedro, como sempre destemperado, recusou-se a permitir que o Senhor o lavasse os pés e somente mudou ideia quando Jesus disse-lhe que se não lhe lavasse os pés, Pedro não mais teria parte com Ele.

Após lavar os pés dos apóstolos, Jesus explicou aquele gesto: "Se vocês me chamam de Senhor e eu Sou e assim agi. Sigam este exemplo e lave os pés um dos outros". Na verdade Jesus demonstrou que a verdadeira liderança está na "humildade" e no "servir". O líder é aquele que abre as janelas da alma e contamina os demais pelo amor, pela compaixão e pelo respeito.

Essa provocação nos permite refletir sobre como nos comportamos como líderes. Muitas vezes nos deixamos levar pela arrogância, pela prepotência, quando desempenhamos uma função superior a outrem. Parece até que criamos uma clausura, uma proteção, uma armadura em torno do poder. Não sabemos, pobres mortais, o quanto o poder é passageiro.

Jesus, o filho do Deus Vivo, rompeu com todos os paradigmas sobre liderança. Mostrou-nos que nada supera a humildade, a empatia, bem como o respeito e a confiança em seus liderados. Tornou homens incautos - pescadores - verdadeiros vendedores de esperança e de sonhos.Eis por que sua mensagem arrebatadora transformou a história da humanidade. 

É no Cristo que encontramos a fonte de onde bebericamos os mais profundos ensinamentos. Nada melhor, nesta Semana Santa, que aprofundarmos o nosso conhecimento em Cristo. Não se trata de um mero discurso religioso. Falo, na verdade, de uma teologia viva, operante, transformadora. Independente da crença que você tenha no filho de Deus, as palavras de Jesus, por si só, são lições que provocam em cada um de nós uma metamorfose na forma como concebemos as coisas.
Ao nos depararmos com seus ensinamentos, saímos da cegueira dos nossos interesses egoísticos e nos transformamos em homens e mulheres livres, abertos ao mundo e solidários ao próximo.

quinta-feira, 30 de março de 2017

DESEMBARGADOR PAULO ALBUQUERQUE DEFENDE TESE DE MESTRADO



O Desembargador Paulo Albuquerque defendeu na manhã de hoje (30/03), na Universidade de Fortaleza - UNIFOR, sua tese de mestrado intitulada "Usucapião Administrativa Extrajudicial - Inaplicabilidade dos arts. 1071 do Novo CPC e 216-A da Lei dos Registros Públicos." O tema versa, ainda, sobre a desjudicialização, no Brasil, com o incremento das normas, além de descrever os fenômenos da mediação e gestão de conflitos no âmbito administrativo.

Aprovado com louvor pela banca examinadora, o  ilustre massapeense desta forma concluiu, com esmero, o Mestrado em Direito e Gestão de Conflitos, pela Universidade de Fortaleza -UNIFOR, em convênio com a Universidade Columbia de New York - EUA. 

Paulo Albuquerque é exemplo de determinação e persistência. Sua atuação no Tribunal de Justiça é destaque entre seus pares. Massapê se orgulha deste eminente filho!!! Parabéns "

E já disse qual será o próximo projeto: DOUTORADO!!!

Destaco agora o belíssimo depoimento do Dr. Assis Filipe Albuquerque( foto acima), cirurgião buco-maxilo-facial e doutorando pela UFC, filho do Desembargador Paulo Albuquerque: 


"E quem disse que existe uma idade certa para ir atrás dos seus objetivos???
Muito feliz em poder ver meu pai defendendo o seu mestrado em pelos 57 anos, é então que eu vejo que com perseverança, dedicação, empenho e humildade que são preceitos básicos da vida, tudo é possível. E que mesmo já tendo caminhado um pouco na minha vida... ainda tenho muito a buscar, mais e mais a cada dia...!!!
O senhor é um exemplo pessoal e profissional para mim, e fico feliz de ter sido também de certa forma um estímulo para o senhor buscar a área acadêmica." (Assis Filipe)

segunda-feira, 27 de março de 2017

Por que Deus assusta os intelectuais?

Muitas vezes quando falamos de Deus para intelectuais eles reagem com absoluta indiferença. Sempre nos vem uma questão ao longo da história: Por que tantos pensadores se opuseram a existência de Deus? Exatamente porque confundiram o "deus" criado pelos homens com o "Deus" que criou os homens. O "deus" criado pelos homens é um justiceiro implacável e vingativo. O Deus que criou os homens é misericordioso e se confunde com a próprio justiça e com o amor.

Na verdade, foram as práticas nefastas de algumas religiões (criadas pelos homens), com seu fundamentalismo arraigado, que causaram repugnância no meio dos grandes pensadores. O erro deles foi não saberem separar "Deus" das religiões. Como fruto dessa falsa percepção preferiram ignorar a existência desse Ser superior.

Minha crença em Deus não se prende a um mero formalismo involuntário. Tive, como diz São João da Cruz, minhas noites escuras de profundas inquietações. Tergiversei bastante e fui um dia levado pela descrença. Porém, os anos me mostraram um Deus diferente presente na natureza, nos gestos solidários, no riso de uma criança e até nas dores da perda.

Lembro-me quando vi pela primeira vez meu filho primogênito sendo gerado, ainda com um mês de concepção: Na ultrassonografia só se avistava e ouvia um coração batendo, pugnando pela vida. Ah! como era extraordinária aquela cena! Agora depois de quase oito anos de nascimento o vejo belo e radiante. É impossível não acreditar em Deus!

sexta-feira, 17 de março de 2017

O Equilíbrio é uma virtude!!!

Tenho sempre dito que o sofrimento, na vida das pessoas, é algo inevitável. Vez por outra ele vai bater na nossa porta. Mas uma coisa é certa: Não podemos evitá-lo, todavia sua magnitude será bem menor na proporção que estivermos preparados para enfrentá-lo.
Para isto é preciso lembrar-se do ensino bíblico do Mestre dos Mestres que nos propugnava a construir nossa casa sobre a rocha. Parafraseando tão divino ensinamento, estendemos essa assertiva a um propósito de edificação das nossas vidas sobre a rocha. Isso diz respeito aos nossos relacionamentos em família, no trabalho, na experiência com os amigos.
Já dizia há pouco que o equilíbrio é fundamental para o nosso sucesso. Quando somos vítimas de nossos desejos, cometemos as piores loucuras. Compramos o que não podemos, agimos irracionalmente, destruímos a nossa reputação. Tudo muitas vezes em virtude de um prazer momentâneo e fugaz.
Quantos homens passaram anos e anos construindo uma biografia e a viram cair por terra em razão de um deslize de conduta, de uma atitude impensada. Infelizmente nosso lado animal muitas vezes sucumbe a nossa racionalidade. Naquele instante nos tornamos reféns de desejos irracionais, culminando na prática de ações desorientadas e prejudiciais às nossas vidas. Por isso, é preciso estarmos em alerta, olhando para o horizonte e tendo a consciência que a felicidade verdadeira não está em dar vazão aos nossos ímpetos imediatos e irracionais, mas se constitui na verdade em cultivar os princípios que são para nós mais valiosos: dignidade, honra, respeito.
Sabemos que os apelos do mundo são fortes. Se não soubermos conter nossas atitudes, atiramo-nos num calabouço sem volta. Mais tarde só restará a dor e o arrependimento.
Por essa razão, rogamos a Deus a força de saber dizer não a tudo que nos distancia dos nossos propósitos mais nobres. Não é uma tarefa fácil! É um exercício permanente e constante de renúncia. Estejamos vigilantes.

quinta-feira, 2 de março de 2017

REFLEXÃO PARA QUARESMA....

Quando tratamos da fé, muitas vezes ficamos intimidados de dizer a alguém que acreditamos em um Ser Superior. Parece que tal afirmação tem  um sentido  pejorativo, antiquado e medievalesco.
Ao longo do tempo, com o humanismo, o iluminismo e o existencialismo, o homem pretendeu ser e dar respostas a tudo. O conhecimento científico tornar-se-ia a redenção do mundo. A partir dele sairíamos das trevas para a luz. Não haveria mais perguntas sem respostas. O homem passou a ser a medida de todas as coisas.
Não havia mais  necessidade das religiões, muito menos de um Deus, com um código de condutas. Liberdade total era a palavra de ordem! A ciência curaria as doenças  e homem  teria felicidade plena, principalmente porque quebraria as amarras  que o prendiam às entidades transcendentes.
Nesse contexto, intelectualidade rimava com racionalismo, ateísmo, negativização do transcendente. Imagine alguém versado nas ciências, dotado de raciocínio lógico, acreditar em Deus? Absurdo!diziam os letrados. Afinal, para eles, a religião era o ópio do povo.
Passaram-se os anos, séculos e as perguntas continuam sem respostas. Cada vez mais assistimos ao desmoronamento moral de nossas instituições. Homens  matam com ações primitivas, dantescas e animalescas. Perdeu-se o sentido da fraternidade. Expressar amor é romântico, porém ultrapassado. Agora é o tempo das máquinas, da frenesi, da velocidade. Não há mais hora para “bobagens”: contemplar a natureza?? Só se estiver desempregado ou louco. O que expressam as flores? Nada. São apenas junções de partículas vegetais, sem raciocínio. Não há mais espaço para futilidades. Lá fora o tempo exige de nós uma incessante busca: Dinheiro, Poder, Promoção. E as doenças??? Vixe, havíamos esquecido. As doenças continuam existindo. Matam aos montes. E agora uma tal de depressão está atingindo crianças de todas as idades. E os pais??? Cadê o tempo para cuidar dos filhos??? Pára com isso! afinal criamos a babá-eletrônica. Ela toma conta dessa tarefa.
E a felicidade? Precisa-se de felicidade? O que é felicidade? Não temos tempo para essas divagações. Isso é coisa para filósofo, para nefelibato. Somos homens modernos. Não devemos nos permitir invadir-se de emoções. Aquele lá  cometeu um suicídio? Foi mesmo. Ah! Isso foi pura fraqueza dele! Não havia motivos. Espera aí que minha esposa está ao telefone! Só pode ser bronca lá de casa! Meu filho está na delegacia??? Como??? Drogas? Ele usa, eu não sabia??? Resolve por aí que eu estou sem tempo agora, mais tarde conversamos!
Esse o retrato do mundo concebido pelos grandes intelectuais que se deixaram arrastar pelo oceano da relativização. Tudo para a ciência! Tudo para o mercado! Nada para Deus! Enquanto isso a humanidade marcha desordenada, desequilibrada e desorientada. A Civilização está em ruína. Criamos leis para se fazer respeitar. Não entendemos, entretanto, que as leis, pelo seu caráter de coercibilidade, são um atestado de incompetência do Estado diante da sua incapacidade de fazer com que homens e mulheres vivam harmônica e respeitosamente em sociedade.
Mal sabemos que uma visão racionalista extremada arranca de nós a sensibilidade para conhecer a Deus. Principalmente, sua misericórdia, seu amor. Não devemos, todavia, enxergá-lo como um justiceiro implacável, um Criador  que adora maltratar suas criaturas. Muito menos  concebê-lo como uma muleta para amparar nossas dores, nossas doenças, nossos medos. Deus é bem mais e maior porque é absoluto, infinito. Para Ele devemos viver pelo ideal de justiça: Não apropriar-se do que a alheio. Ganhar a vida com o suor do rosto. Amar ao próximo e cultivar a grandeza de ser bom.
Mais importante ainda: Enxergar no outro a extensão de nós mesmos. Se magoares o outro, estarás magoando a si mesmo; se praticares o mal a alguém, foi para ti mesmo que o praticou. Afinal, somos uma teia indivisível. Não há felicidade de um sem a felicidade de todos. Pertencemos, queiramos ou não, a uma família única: a humanidade. Essa humanidade que é a grande "safra de Deus".
Por essa razão não tenho vergonha de dizer que acredito em Deus. Ao contrário, minha crença alimenta minha alma, refrigera meu espírito e me dá forças para continuar vivendo. Faz-me esperar no homem, mesmo nas adversidades. Torna-me menos pretensioso, arrogante, egocêntrico. Permite-me apreciar o valor das pequenas coisa escondidas na natureza, nos gestos. E principalmente me traz a Paz!!!

É TEMPO DA QUARESMA: A CRUZ É O SINAL DO CRISTÃO!

OS "deuses" DA MODERNIDADE: DINHEIRO E O PODER

DESEJAMOS A FELICIDADE, MAS A BUSCAMOS PELO CAMINHO ERRADO!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

DESEMBARGADOR PAULO ALBUQUERQUE É DESTAQUE NO JUDICIÁRIO CEARENSE



O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, Des. Francisco Glaydson Pontes, nomeou o massapeense, Desembargador Paulo Albuquerque, como membro efetivo da Comissão de Regimento, Legislação e Jurisprudência da Egrégia Corte de Justiça do nosso Estado. Apesar do pouco tempo no exercício da magistratura do 2º Grau, o massapeense Paulo Albuquerque vem sendo reconhecido pelos seus pares como um magistrado dotado de probidade, talento e capacidade de gestão. A produtividade de seu gabinete é destaque na justiça cearense. PARABÉNS !!!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O que está esperando para ser feliz?

Muitas vezes aceitamos para as nossas vidas a acomodação. Ficamos naquele emprego por anos a fio, mesmo sabendo que aquele encargo em nada nos realiza. Insistimos num curso superior que nada tem a ver com aquilo que almejamos. Até no relacionamento a dois,  muitas vezes apostamos em situações que só nos trazem dor, frustração e aborrecimento. Esses aspectos da vida, um ou outro, sempre atingirão as pessoas e as consequências, boas ou ruins, dependerão da forma como cada qual agirá diante de tais circunstâncias.
Por natureza, algo nos impele à inércia. Se persistimos em aceitar esse determinismo minimalista, sem a ele reagirmos, nos tornaremos reféns de um destino manifesto que provavelmente nos levará à infelicidade.  Acomodar-se é aceitar por aceitar; é permitir-se viver “na mesmice”, acumulando sucessivos fracassos  e colecionando derrotas de toda ordem.
E afinal, nascemos ou não para a vitória?!!! Diante dessa indagação, algo nos impele a refletirmos  sobre a saga da humanidade. Fomos capazes de superar as mais absurdas adversidades, singrando mares tempestuosos, abrindo estradas e construindo pontes, habitando em lugares inóspitos, enfrentando inimigos , doenças, cataclismos e muitos outros males que fizeram e fazem parte da história humana. Não só sobrevivemos, mas nos permitimos edificar um nova jornada, com melhores oportunidades, consagração de direitos e horizontes de possibilidades que nos fazem antever, para o futuro, apesar dos desafios coexistentes, um mundo melhor.
Sem dúvida, nascemos para a vitória! E vencer, é movimentar-se “para frente”, sempre. Isso indica dinamicidade, busca permanente pelo “novo”. É aceitar o desafio de “re-nascer” todas as manhãs, alimentando-se dos sentimentos mais nobres, dos desejos  mais altruístas. 
Na verdade, temos a obrigação de ser feliz! E ser feliz é olharmos um dia para trás com a certeza de  que não deixamos projetos inacabados, sonhos desfeitos, pelo medo de tentar. Acredito  no Deus que nos alimenta com a ceiva da vida e exige de nós  que  façamos da nossa  existência uma história única, singular, edificada pela ética, pelo amor ao próximo. Isso nos concita a fazermos  as escolhas certas, impelindo-nos a agir com todas as nossas forças: estudando, trabalhando, construindo. Para isso, é preciso dar um basta à mesmice, ao medo, à aceitação injustificada, à letargia. É preciso gritar para si mesmo: “Eu não me aceito derrotado. Eu nasci para ser feliz”. Não deixemos que ninguém nos arranque os nossos ideais e se eles sucumbirem que saibamos encontrar muitos outros que nos deem razão para viver. Afinal, não é o sangue que corre em nossas veias que nos mantém vivos, mas sim os nossos sonhos. Aposte neles, lute por eles e seja feliz !

A CANHALICE POLITICA: REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA - O Pau vai ...

SUPERE O ÓDIO E O RANCOR: AMAI OS VOSSOS INIMIGOS!!

A BOMBA DA CORRUPÇÃO: O que podemos fazer para salvar as futuras gerações!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

RESPONDENDO SOBRE O DIVÓRCIO

Resolvi escrever sobre esse tema no meu blog, haja vista que sempre tenho sido alvo de indagações de amigos com dúvidas sobre as modificações ocorridas na Lei do Divórcio. Esses questionamentos estão centrados nos seguintes aspectos: Para a realização do divórcio é necessário ainda recorrer primeiramente à Separação Judicial ou aguardar o lapso temporal de dois anos de separação de fato? É possível realizar o divórcio em cartório ou será sempre necessária a interposição de uma ação Judicial.
Para responder tais indagações, começo por dizer que anteriormente à Emenda Constitucional 66, a decretação do divórcio só se dava após o casal ter pelo menos um ano de separação judicial – decretada por um Juiz – ou dois anos de separação de fato comprovada através de prova testemunhal. Com o advento da Emenda Cosntitucional 66, de 13 de julho de 2010, publicada no Diário Oficial de 14/07/2010, deixa de existir a figura da separação judicial, bem como não será mais necessário o decurso do lapso temporal de dois anos que caracterizava a separação de fato, podendo a ação de divórcio ser interposta a qualquer tempo após a realização do casamento civil.
Quanto a necessidade de interposição de ação judicial sempre quando se pretender pleitear o divórcio, sabe-se que após a vigência da Lei 11.441/07 é possível a realização do divórcio consensual (com a concordância de ambos) pela via administrativa, isto é, pelo cartório, sem passar pela homologação judicial que por vezes pode se tornar excessivamente demorada. Entretanto, alguns requisitos são necessários para a utilização da via administrativa: O casal não pode ter filhos menores de 18 anos ou incapazes; as partes deverão estar assistidas por advogado; será lavrada escritura pública, tratando inclusive da prestação de alimentos e a descrição e partilha dos bens.
Como se vê houve uma alteração substancial no tocante ao Divórcio, o que implica a desnecessidade de separação judicial anterior, do lapso temporal de dois anos de separação de fato, além da possibilidade de sua decretação, em caso de consenso entre o casal, por via administrativa, no próprio cartório, garantindo uma maior celeridade.
Ressalto, por outro lado, que o mais importante é conservar o seu casamento, principalmente quando se constituiu uma família. Sabe-se que o divórcio de um casal traz sequelas irremediáveis para os filhos, provocando-lhes transtornos de toda ordem. Por isso, pensar e pensar sempre é o melhor caminho antes de tomar uma atitude tão drástica. Outro ponto fundamental: Não somos iguais, temos nossas individualidades e idiossincrasias, todavia a tolerância é sempre o remédio eficaz para compreendermos o outro. Vale a pena apostar na família. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A ESCOLA PRECISA DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Cada vez mais compreendo a necessidade de ampliarmos nossa Inteligência Emocional. Durante muito tempo a educação se permitiu a desenvolver o intelecto, sem preocupar-se de formar homens e mulheres livres e conscientes. O Quociente intelectual (Q.I) definia, em outras épocas, o grau de competência de um profissional, constituindo-se em um instrumento bastante utilizado para seleção de um emprego. Observou-se com o tempo que tal artifício era falho, uma vez que a inteligência, por si só, não era suficiente para indicar se aquele profissional era realmente capaz.

Com o desenvolvimento da teoria da Inteligência Emocional, muito bem concatenada pelo Phd Daniel Golleman, veio a percepção de que é preciso saber lidar com as emoções, pois sem essa maturidade não seremos capazes de fazer uso de nossa inteligência de maneira ordenada e propositiva.

Fica claro observar que o sucesso profissional ou familiar dependem de como lidamos com as nossas emoções no dia-a-dia. São as ações e as atitudes que revelam a nossa personalidade. Nesse contexto, advém a constatação de que muito pouco temos feito, nas nossas escolas, no tocante ao desenvolvimento da inteligência emocional. Permitimo-nos reproduzir conhecimentos, colocando em desvalor a dialética e a criatividade.


Ao final do processo, verificamos que o resultado de tudo isso é o acabrunhamento das ideias e o fortalecimento do automatismo cego, o que fatalmente gerará pessoas inseguras e desnorteadas. Está na hora de repensarmos nosso modelo educacional. É preciso intensificar o debate. Não dá mais para colocarmos a poeira debaixo do tapete.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

XÔ LAMENTAÇÃO

É bastante comum as pessoas atribuírem o insucesso a motivos que lhes são externos: famílias, governos, instituições etc. Essa mentalidade retrata uma transferência de responsabilidade que na maioria das vezes serve de justificativa para os nossos fracassos. Culpar alguém é muito melhor que assumir a culpa. Esse pacto de mediocridade interpessoal faz com que muitos se utilizem da cruel vitimização para dar respostas a uma vida sem brilho, sem projetos, sem realização.
Ao culparmos os outros por nossas desventuras, estamos atribuindo a eles a responsabilidade sobre o nosso insucesso. Isso de fato é bastante cômodo porque não exige uma investigação sobre as causas e muito menos uma ação concreta no sentido de superar aquele estado  de inércia. Se fracassamos, a culpa é do professor, do pai, do vizinho, do político,  quem sabe até da cegonha. Nesse contexto nos permitimos enveredar pelo ciclo vicioso  da zona de conforto.
E haja culpados para tanto fracasso. Será  uma existência inteira de lamentações. Pior ainda  para quem vai ter que ouvir e conviver com esse rosário de lamúrias. Com certeza vocês já partilharam do convívio de pessoas que preferem valorizar suas desgraças a  lutar para transformar as realidades que lhe são adversas. Apontam seus culpados, ao contrário de perceberem que são eles próprios, na maioria das vezes, a razão de seus infortúnios. Esquecem-se da lição básica de avaliar os seus erros, de reconhecer suas omissões. Tornam-se algozes de si mesmos, atiram-se no abismo de suas desventuras.
Dessa tragédia do conformismo cego, devemos colher boas lições. Uma delas é percebermos que se fracassamos, parcela ou quase totalidade desse fatídico resultado, advém dos nossos próprios erros. Faltou-nos coragem e audácia. Deixamos de enxergar o mundo pelas possibilidades  e optamos por aceitar os horizontes sombrios de uma existência pífia, morna e amorfa.
Talvez alguns de vocês tenham a vontade de me dizer que o que  ora escrevo não tem sentido, pois desconheço sua história pessoal. Mais ou menos isso: “Se você soubesse  como é a minha vida, com certeza me daria razão....” Lamento desapontá-lo mas mesmo a meio das maiores intempéries e dos invernos existenciais  pelos quais você passa,  nada justifica o fracasso que se ampara no imobilismo, na ausência de ação, na aceitação imotivada.
 Já disse antes e repito: Nascemos para a vitória. Basta que façamos as escolhas certas. Isso, entretanto, impõe trabalho, determinação e foco. Muito mais ainda nos exige amor próprio e vontade de construir uma história diferente, motivada pela singularidade que é peculiar à nossa própria existência; somos únicos e há em cada um de nós uma inarredável vocação para a vida em plenitude. Vida que viceja vida. Vida que se dinamiza, se transforma e se renova.

                              Por isso, antes de atribuir a alguém seus fracassos, olhe para dentro de si mesmo e se redescubra como um ser capaz de superar o comodismo, as limitações. Siga em frente como quem olha o mundo com os olhos de criança. Um olhar de quem sonha e acredita, de quem supera os obstáculos  pela fé e pela certeza de que aqui estamos, fruto de uma vontade sublime e divina, para construir uma grande história. Não deixe, portanto, de ser o ator principal da sua vida

O VALOR DA SABEDORIA

Hoje cedo ao ler um trecho da Bíblia deparei-me com o capítulo 8 ,versículos 9-10, do livro da Sabedoria que, em síntese, nos alertava "Decidi unir nossas vidas, sabendo que (a sabedoria) seria conselheira para o bem e alívio nas agruras e tristeza.Por causa dela me louvarão as assembleias; ainda jovem, me honrarão os anciãos".

Muitas vezes pedimos a Deus coisas materiais. Talvez por não sabermos que para a aquisição das coisas materiais o Divino nos proporcionou a inteligência e a capacidade de trabalho. Tais instrumentos nos permitirão adquirir aquilo que necessitamos para prover as nossas necessidades e como forma de garantir o nosso bem-estar.

Na verdade, o que devemos buscar de forma incessante - e só através da graça de Deus nos será possível - é a sabedoria. Ela sim é uma fonte perene de vida. Somente ela nos descortina os grandes mistérios da dor e da alegria. Seremos mais fortes, vibrantes e corajosos à medida que conseguirmos olhar o mundo ao nosso redor com os olhos da sabedoria. Afinal, Deus não tem sabedoria pois Ele é a Sabedoria.