quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

DESEMBARGADOR PAULO ALBUQUERQUE É DESTAQUE NO JUDICIÁRIO CEARENSE



O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, Des. Francisco Glaydson Pontes, nomeou o massapeense, Desembargador Paulo Albuquerque, como membro efetivo da Comissão de Regimento, Legislação e Jurisprudência da Egrégia Corte de Justiça do nosso Estado. Apesar do pouco tempo no exercício da magistratura do 2º Grau, o massapeense Paulo Albuquerque vem sendo reconhecido pelos seus pares como um magistrado dotado de probidade, talento e capacidade de gestão. A produtividade de seu gabinete é destaque na justiça cearense. PARABÉNS !!!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O que está esperando para ser feliz?

Muitas vezes aceitamos para as nossas vidas a acomodação. Ficamos naquele emprego por anos a fio, mesmo sabendo que aquele encargo em nada nos realiza. Insistimos num curso superior que nada tem a ver com aquilo que almejamos. Até no relacionamento a dois,  muitas vezes apostamos em situações que só nos trazem dor, frustração e aborrecimento. Esses aspectos da vida, um ou outro, sempre atingirão as pessoas e as consequências, boas ou ruins, dependerão da forma como cada qual agirá diante de tais circunstâncias.
Por natureza, algo nos impele à inércia. Se persistimos em aceitar esse determinismo minimalista, sem a ele reagirmos, nos tornaremos reféns de um destino manifesto que provavelmente nos levará à infelicidade.  Acomodar-se é aceitar por aceitar; é permitir-se viver “na mesmice”, acumulando sucessivos fracassos  e colecionando derrotas de toda ordem.
E afinal, nascemos ou não para a vitória?!!! Diante dessa indagação, algo nos impele a refletirmos  sobre a saga da humanidade. Fomos capazes de superar as mais absurdas adversidades, singrando mares tempestuosos, abrindo estradas e construindo pontes, habitando em lugares inóspitos, enfrentando inimigos , doenças, cataclismos e muitos outros males que fizeram e fazem parte da história humana. Não só sobrevivemos, mas nos permitimos edificar um nova jornada, com melhores oportunidades, consagração de direitos e horizontes de possibilidades que nos fazem antever, para o futuro, apesar dos desafios coexistentes, um mundo melhor.
Sem dúvida, nascemos para a vitória! E vencer, é movimentar-se “para frente”, sempre. Isso indica dinamicidade, busca permanente pelo “novo”. É aceitar o desafio de “re-nascer” todas as manhãs, alimentando-se dos sentimentos mais nobres, dos desejos  mais altruístas. 
Na verdade, temos a obrigação de ser feliz! E ser feliz é olharmos um dia para trás com a certeza de  que não deixamos projetos inacabados, sonhos desfeitos, pelo medo de tentar. Acredito  no Deus que nos alimenta com a ceiva da vida e exige de nós  que  façamos da nossa  existência uma história única, singular, edificada pela ética, pelo amor ao próximo. Isso nos concita a fazermos  as escolhas certas, impelindo-nos a agir com todas as nossas forças: estudando, trabalhando, construindo. Para isso, é preciso dar um basta à mesmice, ao medo, à aceitação injustificada, à letargia. É preciso gritar para si mesmo: “Eu não me aceito derrotado. Eu nasci para ser feliz”. Não deixemos que ninguém nos arranque os nossos ideais e se eles sucumbirem que saibamos encontrar muitos outros que nos deem razão para viver. Afinal, não é o sangue que corre em nossas veias que nos mantém vivos, mas sim os nossos sonhos. Aposte neles, lute por eles e seja feliz !

A CANHALICE POLITICA: REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA - O Pau vai ...

SUPERE O ÓDIO E O RANCOR: AMAI OS VOSSOS INIMIGOS!!

A BOMBA DA CORRUPÇÃO: O que podemos fazer para salvar as futuras gerações!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

RESPONDENDO SOBRE O DIVÓRCIO

Resolvi escrever sobre esse tema no meu blog, haja vista que sempre tenho sido alvo de indagações de amigos com dúvidas sobre as modificações ocorridas na Lei do Divórcio. Esses questionamentos estão centrados nos seguintes aspectos: Para a realização do divórcio é necessário ainda recorrer primeiramente à Separação Judicial ou aguardar o lapso temporal de dois anos de separação de fato? É possível realizar o divórcio em cartório ou será sempre necessária a interposição de uma ação Judicial.
Para responder tais indagações, começo por dizer que anteriormente à Emenda Constitucional 66, a decretação do divórcio só se dava após o casal ter pelo menos um ano de separação judicial – decretada por um Juiz – ou dois anos de separação de fato comprovada através de prova testemunhal. Com o advento da Emenda Cosntitucional 66, de 13 de julho de 2010, publicada no Diário Oficial de 14/07/2010, deixa de existir a figura da separação judicial, bem como não será mais necessário o decurso do lapso temporal de dois anos que caracterizava a separação de fato, podendo a ação de divórcio ser interposta a qualquer tempo após a realização do casamento civil.
Quanto a necessidade de interposição de ação judicial sempre quando se pretender pleitear o divórcio, sabe-se que após a vigência da Lei 11.441/07 é possível a realização do divórcio consensual (com a concordância de ambos) pela via administrativa, isto é, pelo cartório, sem passar pela homologação judicial que por vezes pode se tornar excessivamente demorada. Entretanto, alguns requisitos são necessários para a utilização da via administrativa: O casal não pode ter filhos menores de 18 anos ou incapazes; as partes deverão estar assistidas por advogado; será lavrada escritura pública, tratando inclusive da prestação de alimentos e a descrição e partilha dos bens.
Como se vê houve uma alteração substancial no tocante ao Divórcio, o que implica a desnecessidade de separação judicial anterior, do lapso temporal de dois anos de separação de fato, além da possibilidade de sua decretação, em caso de consenso entre o casal, por via administrativa, no próprio cartório, garantindo uma maior celeridade.
Ressalto, por outro lado, que o mais importante é conservar o seu casamento, principalmente quando se constituiu uma família. Sabe-se que o divórcio de um casal traz sequelas irremediáveis para os filhos, provocando-lhes transtornos de toda ordem. Por isso, pensar e pensar sempre é o melhor caminho antes de tomar uma atitude tão drástica. Outro ponto fundamental: Não somos iguais, temos nossas individualidades e idiossincrasias, todavia a tolerância é sempre o remédio eficaz para compreendermos o outro. Vale a pena apostar na família. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A ESCOLA PRECISA DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Cada vez mais compreendo a necessidade de ampliarmos nossa Inteligência Emocional. Durante muito tempo a educação se permitiu a desenvolver o intelecto, sem preocupar-se de formar homens e mulheres livres e conscientes. O Quociente intelectual (Q.I) definia, em outras épocas, o grau de competência de um profissional, constituindo-se em um instrumento bastante utilizado para seleção de um emprego. Observou-se com o tempo que tal artifício era falho, uma vez que a inteligência, por si só, não era suficiente para indicar se aquele profissional era realmente capaz.

Com o desenvolvimento da teoria da Inteligência Emocional, muito bem concatenada pelo Phd Daniel Golleman, veio a percepção de que é preciso saber lidar com as emoções, pois sem essa maturidade não seremos capazes de fazer uso de nossa inteligência de maneira ordenada e propositiva.

Fica claro observar que o sucesso profissional ou familiar dependem de como lidamos com as nossas emoções no dia-a-dia. São as ações e as atitudes que revelam a nossa personalidade. Nesse contexto, advém a constatação de que muito pouco temos feito, nas nossas escolas, no tocante ao desenvolvimento da inteligência emocional. Permitimo-nos reproduzir conhecimentos, colocando em desvalor a dialética e a criatividade.


Ao final do processo, verificamos que o resultado de tudo isso é o acabrunhamento das ideias e o fortalecimento do automatismo cego, o que fatalmente gerará pessoas inseguras e desnorteadas. Está na hora de repensarmos nosso modelo educacional. É preciso intensificar o debate. Não dá mais para colocarmos a poeira debaixo do tapete.