A propósito da polêmica sobre os blogueiros de Massapê, sempre fui defensor do bom senso, privilegiando o respeito e a harmonia nas relações com meus leitores. Não sou adepto da crítica desvinculada da verdade e muito menos sou refém das paixões. Como fiz no rádio, faço no blog. Este espaço, a meu ver, é para construção de valores, ideias e pensamentos. Não estou a serviço de ninguém, sigo apenas a Deus e a minha consciência. Como cidadão tenho o meu partido, minhas simpatias pessoais e meus valores, entretatanto tais preferências não me fazem ignorar o que tem de bom nas outras pessoas, podendo até critícá-las quando necessário, desde que não atinja a moral de ninguém e dê a cada um o espaço para exercer a defesa e o contraditório. Não me filio a tese do quanto pior melhor. Sou um torcedor da minha terra, da minha região, do meu Estado. Tudo que venha de bom seja louvado. Assim continuarei escrevendo meu blog.Quem me conhece sabe como eu sou. Obrigado a todos.
Na cultura ocidental temos, há muitos anos, a formiga como exemplo do trabalhador incansável. O fabulista francês La Fontaine expressou muito bem essa característica na história da Cigarra e da Formiga , que encantou gerações. Esses insetos sempre foram citados como exemplo de organização e de trabalho estoico. Agora, um estudo da Universidade Tucson, no Arizona (Estados Unidos), destrói o mito e nos sem um modelo metafórico do trabalhador ideal. Os pesquisadores americanos construíram um formigueiro e instalaram câmeras para filmar as atividades delas durante 24 horas e analisar seus comportamentos. Das 225 formigas observadas, 34 eram babás, 26 faziam trabalhos externos, 62 eram generalistas e 103 não faziam absolutamente nada – só andavam de um lado para o outro. Ou seja, 46% das formigas não trabalhavam! Os cientistas não conseguiram uma justificativa para o ócio. Uma hipótese, para tentar salvar a imagem do admirado inseto, era que essa parte da população fosse um exército de...
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