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Vá até o fim!!

Projetos: Tem que ter começo, meio e fim. É comum a cada um de nós o cultivo de sonhos e projetos futuros. Muitos ambicionam um bom emprego, montar um negócio, estudar bastante para ser aprovado em um concurso, ingressar no ensino superior e por aí vai. Para isso, as pessoas começam a elaborar suas estratégias, traçar seus planos. Nos primeiros dias de execução tudo vai bem: acorda cedo, pega no batente e dá início a empreitada. Ocorre que com o passar dos dias, arrefecem os ânimos. E aí lá se vai mais um projeto por água abaixo. Essa constatação tão comum nos concita a afirmar que para vencer não basta ter apenas a iniciativa, mas é preciso ser “terminativo”, isto é, apostar no projeto até as últimas consequências. É necessário, portanto: começar, continuar e terminar. Quando deixamos as coisas no início ou pela metade, passamos um recado de fracasso e de falta de eficiência, o que compromete a nossa imagem, gerando um descrédito pessoal. Essa coisa de só ter começo nos leva ao deboch...

NÃO HÁ NAÇÃO PRÓSPERA SEM A VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR

NÃO HÁ NAÇÃO PRÓSPERA SEM A VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR Minha experiência na área da educação, desde quando ingressei no magistério ainda nos meus 17 anos tem me proporcionado boas reflexões sobre o desafio de ser um educador. Embora atualmente exerça o magistério no Ensino Superior, sei que os desafios do professor não são diferentes, não obstante a complexidade que envolve as diversos graus de ensino. Causa-me espanto e perplexidade a desvalorização e o desrespeito ao professor numa época em que o conhecimento é um diferencial inarredável para o sucesso profissional e para consolidação dos princípios democráticos, em especial em se tratando do saber como fundamento maior  para a proteção da dignidade da pessoa humana. É de fato paradoxal! Nossa sociedade, limitada por uma visão capitalista, vivencia uma cegueira de valores, sem se importar para o crucial papel do educador na construção e na formação do educando. Imaginam os desavisados que ao professor só compete a tarefa de transmi...

Como ser um bom líder?

Talvez uma das maiores dificuldades que temos na vida corporativa e no âmbito pessoal é compreendermos o conceito de liderança. Destaquei, nesse contexto, a vida pessoal pois lá também o exercício da liderança deve ser vicenciado em sua plenitude sob pena do soçobramento da harmonia entre seus membros e, por corolário, do desmoronamento dos valores familiares. Não se há de distinguir ser líder em casa ou no trabalho. Ambas situações se entrelaçam de forma indissociável. Suas ações em família indicam sua atuação no trabalho. Se em casa sua relação é pautada pelo desrespeito, pelo absenteísmo, pela falta de compromisso, torna-se-á óbvio que tais práticas transcenderão o espaço do lar e refletir-se-ão na sua atividade laborativa. Daí entendermos que o exercício da liderança começa no recôndito do lar e, por extensão metafórica, no espaço íntimo de nossos pensamentos. Melhor dizendo: Tudo começa de dentro para fora. É claro que precisamos afinar nossos instrumentos, primeiramente, na vida ...

VOCÊ SE AMA?

Não são poucos aqueles que têm dificuldade em aceitar a si mesmo. Olham-se no espelho e se sentem o pior dos mortais. Nutrem um pessimismo sobre o  futuro e se deixam destruir pela depressão, pela distonia e pelo desânimo. Sempre indago dos meus alunos qual a primeira declaração de amor que se deve fazer na vida. A maioria responde que essa manifestação de sentimento deve ser dirigida, primeiramente aos pais e depois às pessoas com quem nos relacionamos. Mal sabem que estão redondamente enganados. Nossa primeira declaração de amor deve ser conferida a nós mesmos. Aquele que não se ama é incapaz de amar alguém. Amar a si mesmo não é um gesto de egocentrismo, mas sim um reconhecimento que somos um templo vivo de Deus. Em nosso interior habita a fagulha divina e por isso somos parte dessa genialíssima obra. Imaginem que somos mais de 6 bilhões de homens e mulheres e mesmo a meio d...

Você sabe o que é o desculpismo?

Você sabe o que o desculpismo? É a prática constante de justificar  a inação, a incompetência, através de subterfúgios e justificativas evasivas, como forma de se autoenganar e aliviar o remorso por uma vida de fracasso. E haja desculpa para tudo: meu salário não dá pra economizar, estou velho para estudar, o chefe não me dá uma chance, o governo vai mal, meus pais não me incentivaram...e por aí vai. ENQUANTO permanecer preso a essa mentalidade destrutiva, enquanto não assumir que o maior culpado é você; enquanto não reagir pelo trabalho e com perseverança, sua vida será um mar de lamentação. VOCÊ pode mudar essa história. Como? A partir do momento em que você assumir o protagonismo da sua vida. Superar a zona de conforto, acordar cedo, estudar e trabalhar. É simples assim!!!

Para de Culpar os Outros

É bastante comum as pessoas atribuírem o insucesso a motivos que lhes são externos: famílias, governos, instituições etc. Essa mentalidade retrata uma transferência de responsabilidade que na maioria das vezes serve de justificativa para os nossos fracassos. Culpar alguém é muito melhor que assumir a culpa. Esse pacto de mediocridade interpessoal faz com que muitos se utilizem da cruel vitimização para dar respostas a uma vida sem brilho, sem projetos, sem realização. Ao culparmos os outros por nossas desventuras, estamos atribuindo a eles a responsabilidade sobre o nosso insucesso. Isso de fato é bastante cômodo porque não exige uma investigação sobre as causas e muito menos uma ação concreta no sentido de superar aquele estado de inércia. Se fracassamos, a culpa é do professor, do pai, do vizinho, do político, quem sabe até da cegonha. Nesse contexto nos permitimos ...