Pular para o conteúdo principal

POR QUE MUITOS INTELECTUAIS NÃO ACREDITAM EM DEUS?

Muitas vezes quando falamos de Deus para intelectuais eles reagem com absoluta indiferença. Sempre nos vem uma questão ao longo da história: Por que tantos pensadores se opuseram a existência de Deus? Exatamente porque confundiram o "deus" criado pelos homens com o "Deus" que criou os homens. O "deus" criado pelos homens é um justiceiro implacável e vingativo. O Deus que criou os homens é misericordioso e se confunde com a próprio justiça e com o amor.
Na verdade, foram as práticas nefastas de algumas religiões (criadas pelos homens), com seu fundamentalismo arraigado, que causaram repugnância no meio dos grandes pensadores. O erro deles foi não saberem separar "Deus" das religiões. Como fruto dessa falsa percepção preferiram ignorar a existência desse Ser superior.
Minha crença em Deus não se prende a um mero formalismo involuntário. Tive, como diz São João da Cruz, minhas noites escuras de profundas inquietações. Tergiversei bastante e fui um dia levado pela descrença. Porém, os anos me mostraram um Deus diferente presente na natureza, nos gestos solidários, no riso de uma criança e até nas dores da perda.
Lembro-me quando vi pela primeira vez meu filho sendo gerado, ainda com um mês de concepção: Na ultrassonografia só se avistava e ouvia um coração batendo, pugnando pela vida. Ah! como era extraordinária aquela cena! Agora depois de quase cinco anos de nascimento o vejo belo e radiante. É impossível não acreditar em Deus!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Felicidade é sentir-se pleno

Não permita que a irritação e o mau humor do outro contaminem sua vida. Não permita que a mágoa alimentada e as reações de orgulho do outro definam a sua forma de reação.  Se alimente de um amor pleno a tal ponto que não seja contaminado por aquilo que lhe é externo. Não gere expectativas que a sua felicidade dependerá de alguém ou de alguma coisa, ou de alguma conquista. Não  transfira ao outro ou a uma circunstância aquilo que é sua tarefa. A felicidade é  um estado interior que se alcança quando se descobre a plenitude com aquilo que nos relaciona com o "todo", com o universo, com Deus. A felicidade está na descoberta da sua missão, do fazer humano em benefício do próximo, da tarefa inarredável de tornarmos este mundo melhor com a nossa presença. Ser feliz é uma atitude, uma ação, um movimento para o bem. É encher-se de  amor pela aventura da vida, é construir esperança no meio do caos, é sempre ter um sorriso aberto para o que destino nos apresenta. Felicidade é ...

NOSSA RECONHECIMENTO AO DR. FERNANDO TELES DE PAULA LIMA

Não tenho dúvidas de que a magistratura cearense tem em seus  quadros  grandes juízes, mas destaco o Dr. Fernando Teles de Paula Lima como um dos maiores expoentes dessa nova safra. Durante os dez anos de atuação na Comarca de Massapê nunca se ouviu falar de qualquer ato que desabonasse sua conduta. Ao contrário, sempre desempenhou sua árdua missão com a mais absoluta lisura e seriedade. Fato inclusive comprovado pela aprovação de seu trabalho junto à população de Massapê. Ainda hoje me deparo constantemente com muitos populares que  lamentam sua ausência e afirmam que a sua atuação como Juiz neste município garantiu a tranquilidade e a paz da população. Sem dúvida a passagem do Dr. Fernando Teles na Comarca de Massapê marcou a história do judiciário deste município. Tive a satisfação de com ele conviver nesses dez anos. Aprendi bastante. Fui testemunha de um homem sério que tratava a todos da mesma maneira, não se importando com a origem social ou  a condição econô...

O ócio das formigas, por Luiz Carlos Cabrera

Na cultura ocidental temos, há muitos anos, a formiga como exemplo do trabalhador incansável. O fabulista francês La Fontaine expressou muito bem essa característica na história da  Cigarra e da Formiga , que encantou gerações. Esses insetos sempre foram citados como exemplo de organização e de trabalho estoico. Agora, um estudo da Universidade Tucson, no Arizona (Estados Unidos), destrói o mito e nos sem um modelo metafórico do trabalhador ideal. Os pesquisadores americanos construíram um formigueiro e instalaram câmeras para filmar as atividades delas durante 24 horas e analisar seus comportamentos. Das 225 formigas observadas, 34 eram babás, 26 faziam trabalhos externos, 62 eram generalistas e 103 não faziam absolutamente nada – só andavam de um lado para o outro. Ou seja, 46% das formigas não trabalhavam! Os cientistas não conseguiram uma justificativa para o ócio. Uma hipótese, para tentar salvar a imagem do admirado inseto, era que essa parte da população fosse um exército de...