Nada pode ser mais fascinante que mover nossos olhos ao encontro de Deus. Cada dia me convenço da necessidade de nos aproximarmos do Criador. Vivemos um tempo de profundo relativismo. Perdemos noções básicas de fraternidade e fizemos soçobrar nossos valores morais. A nossa civilização está doente. É hora de mudarmos o paradigma que nos acorrenta a um mar de depressão e desespero. Encontrar-se com Cristo é nascer de novo. Aproveitamos a quaresma para refletirmos sobre a importância da oração, da caridade e desprendimento.
Na cultura ocidental temos, há muitos anos, a formiga como exemplo do trabalhador incansável. O fabulista francês La Fontaine expressou muito bem essa característica na história da Cigarra e da Formiga , que encantou gerações. Esses insetos sempre foram citados como exemplo de organização e de trabalho estoico. Agora, um estudo da Universidade Tucson, no Arizona (Estados Unidos), destrói o mito e nos sem um modelo metafórico do trabalhador ideal. Os pesquisadores americanos construíram um formigueiro e instalaram câmeras para filmar as atividades delas durante 24 horas e analisar seus comportamentos. Das 225 formigas observadas, 34 eram babás, 26 faziam trabalhos externos, 62 eram generalistas e 103 não faziam absolutamente nada – só andavam de um lado para o outro. Ou seja, 46% das formigas não trabalhavam! Os cientistas não conseguiram uma justificativa para o ócio. Uma hipótese, para tentar salvar a imagem do admirado inseto, era que essa parte da população fosse um exército de...
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