Ser rotulado e politicamente correto tiram de nós a singularidade.
Não tenha medo de se assumir, isto é, de ser você mesmo.
Usar uma máscara e disfarçar uma evidência não esconderão do outro aquilo que você é.
O Que somos resiste ao tempo e às aparências.
Todos nós temos defeitos e virtudes. Somos naturalmente imperfeitos. Porém, temos uma capacidade incrível de ressignificar nossas vidas e atitudes. Basta querer ser bom, exercer a retidão e superar hábitos que nos atrofiam.
O Que não é possível é simular aquilo que somos ou que não somos.
Afinal, somos únicos, entre bilhões de outros e outras e, temos a obrigação de construir uma história de vida que dê sentido a nossa existência e gere um impacto positivo para toda humanidade.
Na cultura ocidental temos, há muitos anos, a formiga como exemplo do trabalhador incansável. O fabulista francês La Fontaine expressou muito bem essa característica na história da Cigarra e da Formiga , que encantou gerações. Esses insetos sempre foram citados como exemplo de organização e de trabalho estoico. Agora, um estudo da Universidade Tucson, no Arizona (Estados Unidos), destrói o mito e nos sem um modelo metafórico do trabalhador ideal. Os pesquisadores americanos construíram um formigueiro e instalaram câmeras para filmar as atividades delas durante 24 horas e analisar seus comportamentos. Das 225 formigas observadas, 34 eram babás, 26 faziam trabalhos externos, 62 eram generalistas e 103 não faziam absolutamente nada – só andavam de um lado para o outro. Ou seja, 46% das formigas não trabalhavam! Os cientistas não conseguiram uma justificativa para o ócio. Uma hipótese, para tentar salvar a imagem do admirado inseto, era que essa parte da população fosse um exército de...
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