Somos extremamente cartesianos e previsíveis. Aqueles que estão fora do quadrado, do convencional, são na maioria das vezes chamados de loucos ou nefelibatas.
Quando estes propõem uma nova ideia ou um projeto diferenciado são muitos os que desacreditam e dizem logo: É uma loucura, não vai dá certo!!
Ocorre que a história está aí para provar o contrário. São os chamados "loucos" que transformaram o mundo: Arquimedes, Santos Dumont, Da Vinci, Tomás Edison, Steve Jobs, Einstein e tantos outros.
De fatos, os pseudo "loucos" enxergam muito além do politicamente correto e não se aceitam como rotulados. Atiram-se nas oportunidades e não temem o fracasso. Não são reféns das críticas e não se deixam dominar pelas opiniões contrárias. Fazem o que é preciso ser feito.
Às vezes, não escutar demais e confiar na intuição é um bom caminho para o êxito!!!
Na cultura ocidental temos, há muitos anos, a formiga como exemplo do trabalhador incansável. O fabulista francês La Fontaine expressou muito bem essa característica na história da Cigarra e da Formiga , que encantou gerações. Esses insetos sempre foram citados como exemplo de organização e de trabalho estoico. Agora, um estudo da Universidade Tucson, no Arizona (Estados Unidos), destrói o mito e nos sem um modelo metafórico do trabalhador ideal. Os pesquisadores americanos construíram um formigueiro e instalaram câmeras para filmar as atividades delas durante 24 horas e analisar seus comportamentos. Das 225 formigas observadas, 34 eram babás, 26 faziam trabalhos externos, 62 eram generalistas e 103 não faziam absolutamente nada – só andavam de um lado para o outro. Ou seja, 46% das formigas não trabalhavam! Os cientistas não conseguiram uma justificativa para o ócio. Uma hipótese, para tentar salvar a imagem do admirado inseto, era que essa parte da população fosse um exército de...
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