Muitos vezes nos perguntamos sobre como podemos viver o evangelho. Alguns imaginam que vivenciar a experiência cristã é recolher-se em oração longe do mundo, das pessoas. Como se observa não há mérito na fuga. No tocante à oração, ela é necessária e refrigera o espírito e não há nenhum inconveniente em praticá-la no recôndito de nossas almas. Todavia deve-se ressaltar que não há melhor forma de viver o Evangelho do que na experiência cotidiana: no trabalho, na escola e na família. São expressões vivenciadoras de justiça, de compaixão, de honestidade que traduzem, sobremaneira,o projeto de vida que nos foi apresentado pelo Mestre Divino. Não devemos fugir do mundo, pois Deus está nas ruas, nas pessoas, nos guetos. Precisamos sim purificar nossos ideais, torná-los fontes disseminadoras de vida. É no exercício diário da caridade, da prudência e do respeito ao próximo que se encontra a verdadeira concreção do Evangelho. Reflitamos!!!
Na cultura ocidental temos, há muitos anos, a formiga como exemplo do trabalhador incansável. O fabulista francês La Fontaine expressou muito bem essa característica na história da Cigarra e da Formiga , que encantou gerações. Esses insetos sempre foram citados como exemplo de organização e de trabalho estoico. Agora, um estudo da Universidade Tucson, no Arizona (Estados Unidos), destrói o mito e nos sem um modelo metafórico do trabalhador ideal. Os pesquisadores americanos construíram um formigueiro e instalaram câmeras para filmar as atividades delas durante 24 horas e analisar seus comportamentos. Das 225 formigas observadas, 34 eram babás, 26 faziam trabalhos externos, 62 eram generalistas e 103 não faziam absolutamente nada – só andavam de um lado para o outro. Ou seja, 46% das formigas não trabalhavam! Os cientistas não conseguiram uma justificativa para o ócio. Uma hipótese, para tentar salvar a imagem do admirado inseto, era que essa parte da população fosse um exército de...
Comentários
Postar um comentário