terça-feira, 5 de agosto de 2014

Do mito, por Paulo Coelho



"Quando olhamos esculturas em catedrais antigas, imagens que nos parecem absurdas, gravuras em velhos livros de mitologia, notamos que alguma coisa nos parece familiar. E compreendemos, mesmo sem entender.

Para pintores e escultores possuídos pela fé, era mais importante transmitir um sentimento que uma ideia.

Desenhavam contrariando os padrões artísticos da época, e ousavam dividir sua alma com outros. Mesmo chamados de tolos - ou de loucos - suas criações estão vivas até hoje.

Não dê a menor importância para o que os outros acham de  você. Ninguém melhor que você mesmo para saber as próprias qualidades e limitações.

Se você se deixar envenenar pela opinião alheia, está perdido."

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