sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Tasso descarta Governo, mas Senado segue em aberto: não estou morto


Na reunião do tucanato cearense, realizada nessa quinta-feira (03), o presidente do PSDB no Ceara, Luiz Pontes, não escondeu sua satisfação em ver seu companheiro de longas batalhas de novo no embate do cenário político. “Ele [Tasso] já voltou e entrou de cara na política. Tasso para governador”, esbravejou sob aplausos.
O ex-senador foi comedido e agradeceu o entusiasmo do colega, deixando claro que já cumpriu com sua missão. “Não quero ser candidato do retrocesso. Isto aqui não é uma oligarquia. Tem muita gente nova que ingressa hoje no partido e poderá fazer um papel melhor”, frisou.
Quando perguntado sobre sua candidatura ao Senado, em uma possível dobradinha com o deputado Heitor Férrer, ele não negou, mas disse que o atual compromisso do partido é com os novos correligionários.
Em seguida, Tasso reforçou que vai se engajar “diante de uma nova realidade”, tendo como objetivo juntar pessoas com pensamentos parecidos e espírito publico. “Depois disso, a questão da candidatura vai ser consequência. Eu não estou morto, estou vivo”.
Por ora
Nenhum nome para os cargos majoritários no Ceará ficou garantido durante o evento. Entre os possíveis candidatos ao governo do Estado foram citados nomes como o de Tomaz Filho, Pedro Fiúza, Carlos Matos e, até mesmo, o atual presidente Luiz Pontes.
Alianças
Entre as possíveis coligações, nenhuma confirmada, foi apontada a viabilidade de parcerias com o DEM, o PRB e o PR. O Partido Verde (PV) também entrou na lista, apesar de compor a base de apoio do governo, segundo a coordenação do PSDB, por conta do apoio recebido pelos representantes da legenda em Sobral.
Outro partido que os tucanos esperam ter como aliado é o PDT, que, mesmo ligado ao governo Dilma Rousseff, vem ensaiando críticas a gestão.
Recém chegados no ninho
Dois dos novos filiados do PSDB são a médica Maira Pinheiro e o psiquiatra João Batista, que aderiram ontem (3) à legenda. “Minha candidatura é uma luta dos médicos que querem uma representação política capaz de alcançar seus anseios, fazer frente às agressões que estamos sofrendo”, pontua Maira. De acordo com Luiz Pontes, nessa quinta-feira, houve 50 filiaçõess e, até o final da semana, esperam atingir 500.
Por Anderson Pires, Hermínia Vieira e Guillermo Antonioli

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